Resposta rápida: Cadeirão tradicional: ótimo para começar (6 meses), abandonado quando a criança quer sentar à mesa (~1 ano e meio) — custo concentrado em pouco tempo de uso. Booster de alimentação: barato e portátil, mas só a partir de ~12–18 meses, quando o tronco já está firme — não serve para o início da introdução alimentar. Multifuncional que vira mesinha: custa mais que o booster, igual ou pouco mais que um bom cadeirão, e se paga no tempo: dos 6 meses à mesa de estudo na fase escolar. A conta que importa é custo por ano de uso.
É a dúvida clássica do enxoval: gastar num cadeirão que 'todo mundo diz que vira entulho', economizar num assento booster de R$ 150–300, ou pagar num multifuncional que promete durar anos? Vamos fazer a conta que os anúncios não fazem.
O cadeirão alto clássico faz bem o trabalho dos 6 meses até por volta de 1 ano e meio — quando a criança começa a comer à mesa com a família e passa a recusar o 'trono' separado. Resultado: um móvel grande parado no canto. Se optar por ele, priorize bandeja removível (para encostar na mesa) e cinto de 5 pontos. Custo típico: R$ 400–900 por ~1 ano de uso efetivo.
O assento de elevação que prende na cadeira da mesa é barato (R$ 150–300), portátil e excelente para viagens e restaurantes. O limite é o começo: aos 6 meses, a maioria dos bebês ainda precisa de mais contenção lateral, reclínio de descanso e apoio de pés que o booster não oferece — a recomendação prática é usá-lo a partir de ~12–18 meses, quando o tronco está firme. Como única cadeira, ele chega tarde para a fase mais crítica da introdução alimentar.
A multifuncional (como a nossa Luppa 12 em 1) custa na faixa de R$ 600–800 — mais que o booster, na faixa de um cadeirão de qualidade. A diferença está no tempo de uso: cadeirão alto aos 6 meses, cadeira na altura da mesa da família quando a criança quer comer junto, cadeira baixa com mesinha na fase de atividades (com os pés apoiados no chão — o 'tripé' que ajuda na segurança alimentar), mesa de blocos e mesa de estudo até a fase escolar. Em vez de ~1 ano de uso, são 4 a 5 anos. A conta: um cadeirão de R$ 700 usado por 1 ano custa R$ 700/ano; uma multifuncional de R$ 700 usada por 5 anos custa R$ 140/ano — e elimina a compra da mesinha infantil depois.
Pela conta de custo por ano, é a opção mais eficiente da categoria: custa na faixa de um bom cadeirão (R$ 600–800), mas serve dos 6 meses até a fase escolar como mesinha de atividades e estudo — 4 a 5 anos de uso contra ~1 ano do cadeirão comum.
Para começar a introdução alimentar aos 6 meses, cadeirão (ou multifuncional) — o booster ainda não dá a contenção e o apoio que o bebê precisa nessa fase. O booster brilha a partir de ~12–18 meses e como segunda cadeira para viagens e restaurantes.
O cadeirão tradicional costuma ser abandonado por volta de 1 ano e meio, quando a criança quer comer à mesa. As multifuncionais seguem em uso como cadeira baixa, mesa de atividades e mesa de estudo até os 4–6 anos, conforme o limite de peso do manual.
Selo INMETRO (certificação obrigatória desde 2013), cinto de segurança (5 pontos para bebês 'escapistas'), estabilidade, bandeja fácil de lavar — e o uso correto: bebê sentado ereto, nunca comendo reclinado.
O número conta configurações, e algumas são variações — o que importa é quantas FASES ela cobre: cadeirão alto, altura da mesa da família, cadeira baixa com mesinha e mesa de estudo. Se cobre essas quatro, o custo por ano cai de verdade; peça a lista de modos com foto antes de comprar (a da Luppa está na página do produto).